
AmatoCast, episódio 50
Segredos da Saúde FEMININA: Dicas Essenciais com Dra. Juliana Amato
Neste episódio
A Dra. Juliana Amato explica que o cuidado ginecológico muda em cada fase da vida, desde a primeira menstruação, passando pela contracepção e pela gravidez, até a prevenção de doenças cardiovasculares e osteoporose perto da menopausa. Ela comenta condições frequentes como endometriose, síndrome dos ovários policísticos, mioma, corrimentos e infecções sexualmente transmissíveis. Sobre o câncer de mama, destaca a importância das consultas regulares, dos exames adequados para a idade e de a mulher conhecer as próprias mamas para procurar o médico se notar algo diferente.
Assista
Sobre o episódio
Prepare-se para um mergulho fascinante nos “Segredos da Saúde Feminina” no episódio 50 do Amato Podcast! Sob o comando da carismática jornalista Letícia Miyamoto, e contando com a presença da renomada ginecologista e obstetra Dra. Juliana Amato, este episódio é uma verdadeira aula sobre a saúde da mulher, do início ao fim da vida. Desvende as principais dúvidas que rondam a saúde feminina, desde a primeira menstruação, passando pelas oscilações hormonais, até a menopausa.
Com um olhar atento e experiente, Dra. Juliana discute questões como mioma, endometriose, candidíase, depressão pós-parto, e muito mais, tudo de forma simples e direta, para que você possa entender e aplicar no seu cotidiano. Surpreenda-se com as dicas valiosas e descubra como diagnosticar e tratar essas condições, tendo sempre o cuidado preventivo como aliado. E atenção — não perca as revelações sobre como hábitos diários podem influenciar sua saúde a longo prazo.
Este episódio ainda destaca a importância da saúde intestinal como um dos pilares para o equilíbrio do organismo feminino, graças ao patrocínio do Laboratório Origem. Aprenda a cuidar do seu bem-estar de forma completa e descubra como ações simples podem transformar sua qualidade de vida.
Se você é mulher ou tem alguém especial na sua vida que gostaria de empoderar com informações essenciais, não deixe de conferir este episódio revelador. Curta, compartilhe e inscreva-se no nosso canal para não perder nenhuma atualização! Vamos juntos, transformar o conhecimento em saúde!
Data de publicação:
09/10/2024
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Entre na conversa sobre saúde feminina com as dicas essenciais da Dra. Juliana Amato! 🌸 Não perca essa oportunidade de entender mais sobre seu corpo e transformar sua saúde íntima. Inscreva-se no Amato Podcast e mantenha-se informado sobre todos os nossos episódios! Clique aqui para se inscrever: https://bio.amato.io/youtube e ative o sininho para não perder nenhuma atualização! 🔔 Siga-nos também no Instagram para conteúdos exclusivos: https://www.instagram.com/institutoamato/. Vamos juntas nessa jornada rumo a uma vida mais saudável e equilibrada! 💪✨
No episódio mais recente do Amato Podcast, a jornalista Letícia Miyamoto recebeu novamente a Dra. Juliana Amato, ginecologista, para discutir um tema de alta relevância: saúde da mulher. O episódio abarcou uma série de tópicos que frequentemente geram dúvidas, incluindo processos hormonais e fases da vida feminina, desde a menarca até a menopausa. Foram discutidos temas como a importância de consultas ginecológicas regulares e os perigos da negligência com a saúde feminina, algo evidenciado por estatísticas preocupantes sobre a falta de hábito de muitas mulheres em buscar acompanhamento médico.
A Dra. Juliana esclareceu questões sobre diversas condições comuns, como síndromes dos ovários policísticos, endometriose, câncer de mama, e situações de corrimentos vaginais, oferecendo orientações valiosas sobre os sinais de alerta e quando buscar ajuda médica. A conversa também abordou métodos contraceptivos, suas eficácias relativas e o uso correto da pílula anticoncepcional.
Outro ponto chave foi a discussão em torno da influência de fatores de estilo de vida na saúde íntima, incluindo nutrição e práticas de higiene adequadas. A doutora destacou ainda o impacto do estresse tanto no ciclo menstrual quanto na saúde mental e geral da mulher. As dúvidas enviadas por ouvintes do Brasil foram respondidas, revelando mitos e promovendo uma compreensão mais profunda dos cuidados essenciais que as mulheres devem ter em diferentes etapas da vida.
Por fim, o episódio trouxe à tona novidades sobre o apoio do Laboratório Origem, que se dedica à saúde intestinal como forma de promover qualidade de vida e prevenção, um lembrete de que a saúde global depende de um equilíbrio de fatores internos e externos ao corpo. O Amato Podcast continua a fomentar discussões científicas acessíveis e relevantes para leigos, incentivando o público a adotar práticas saudáveis cotidianas.
– Leticia Miyamoto: Jornalista e Apresentadora
Comentário: Sempre conduzindo com empatia e clareza, Leticia aprofunda discussões essenciais sobre saúde.
Instagram: @aleticiamiyamoto
– Dra Juliana Amato: Ginecologista e Obstetra
Comentário: A Dra. Juliana compartilha seu vasto conhecimento com explicações claras, ajudando a desmistificar a saúde feminina.
Instagram: @drajulianaamato
0:00:00 Explorando as Fases da Vida Feminina: Cuidados Essenciais
0:06:21 Doenças Femininas: Entenda a Síndrome dos Ovários Policísticos
0:12:35 Histórico Familiar e Segredos da Infecção Urinária
0:14:50 Cuidados Higiênicos e Dúvidas sobre Cistite
0:16:29 Tratamentos Caseiros e Mitos sobre Cistite e Corrimentos
0:21:52 Candidíase Recorrente: Como Quebrar o Ciclo?
0:22:14 Entendendo a Endometriose: Sintomas e Tratamentos
0:30:39 Mioma e HPV: Entenda os Riscos e Cuidados Necessários
0:33:58 Desvendando o Mito do Ciclo Menstrual e Fertilidade
0:36:34 Anticoncepcional: Mitos e Verdades sobre Eficácia
0:41:22 Entendendo a TPM: Causas e Estratégias de Controle
0:41:57 Dicas Essenciais para TPM e Saúde Íntima Feminina
No episódio 50 do Amato Podcast, apresentado pela jornalista Letícia Miyamoto, a renomada ginecologista Dra. Juliana Amato compartilhou dicas essenciais sobre a saúde feminina. A conversa abordou uma ampla gama de temas cruciais, desde os processos hormonais que afetam a saúde da mulher ao longo da vida, como a menarca e a menopausa, até condições como endometriose, síndrome dos ovários policísticos e câncer de mama. A Dra. Juliana enfatizou a importância de consultas ginecológicas regulares e esclareceu dúvidas comuns sobre corrimentos vaginais, mioma uterino, HPV e métodos contraceptivos. A ginecologista reforçou o papel crítico que o estilo de vida desempenha na saúde íntima, destacando como a nutrição, a prática de higiene adequada e o manejo do estresse impactam diretamente o ciclo menstrual e a saúde mental da mulher. Com a interação dinâmica proporcionada pelas perguntas dos ouvintes, a Dra. Juliana desmistificou questões e encorajou um entendimento mais abrangente dos cuidados necessários em cada fase da vida feminina. Adicionalmente, o episódio apresentou as inovações do Laboratório Origem na promoção da saúde intestinal, sublinhando a importância de uma abordagem integral para garantir a qualidade de vida e a prevenção de doenças. O podcast de saúde Amato continua a ser uma plataforma valiosa, oferecendo discussões científicas acessíveis e relevantes, planejadas para guiar as mulheres em sua jornada de cuidados com a saúde reprodutiva e bem-estar geral.
No episódio 50 do Amato Podcast, intitulado ‘Segredos da Saúde FEMININA: Dicas Essenciais com Dra. Juliana Amato’, a saúde da mulher é explorada de maneira abrangente e informativa. A renomada ginecologista Dra. Juliana Amato abordou temas relevantes como sintomas de infecção urinária e tratamentos eficazes para essa condição comum, incluindo o uso adequado de antibióticos. Durante a conversa, foram destacados os desafios que doenças como endometriose profunda e mioma uterino representam, oferecendo orientação sobre sintomas e diagnósticos. A Dra. Juliana também compartilhou insights sobre o impacto de fatores de estilo de vida no bem-estar feminino, ressaltando a importância de cuidados cotidianos para manter a saúde íntima e o equilíbrio hormonal, desde o ciclo menstrual até a menopausa. Além disso, o episódio incluiu discussões sobre métodos contraceptivos e a prevenção de condições graves como o câncer de mama, incentivando a realização de consultas ginecológicas regulares. Complementando as discussões, o suporte do Laboratório Origem, com foco na saúde intestinal, pontuou a importância de um enfoque holístico para a saúde global da mulher, promovendo uma vida saudável e preventiva.
Patrocínio: O Laboratório Origem Saúde Funcional é uma referência nacional em análises funcionais e exames de intolerância alimentar, oferecendo soluções avançadas e personalizadas para médicos e pacientes que buscam entender melhor a saúde intestinal, nutricional e genética. Com tecnologia de ponta e uma equipe especializada, o Origem se destaca em realizar exames como o de intolerância alimentar (IgG), Microbioma intestinal, Nutrigenético, entre outros, que auxiliam no diagnóstico e no tratamento de condições que afetam diretamente o bem-estar e a qualidade de vida. Acompanhe o Laboratório Origem nas redes sociais, e entenda como os seus exames podem proporcionar uma abordagem mais completa e funcional para a sua saúde. Não deixe de conferir os links para mais informações. Instagram: https://www.instagram.com/origemsaudefuncional Site: https://origemlab.com.br/ YouTube: https://youtube.com/@origemlab
Transcrição
Olá meu nome é Letícia Miyamoto está no ar mais um AmatoCast pelo canal do Instituto Amato e agradeço mais uma vez o carinho da sua audiência e participação aqui conosco para falar sobre tudo que envolve qualidade de vida. Nos últimos episódios nós estivemos aqui com a doutora Juliana Mato ginecologista para falar sobre menopausa e os impactos deste processo na saúde da mulher. Antes nós estivemos aqui com o doutor Fernando Amato, cirurgião plástico e conversamos, tratamos sobre um assunto bastante interessante, o projeto Mama Minha, que trata deformidades mamárias em mulheres, principalmente, que estão nas filas do SUS e que não conseguem o tratamento.
O doutor Fernando presta todo esse auxílio e a gente também deixa o link para vocês acompanharem. Hoje nós estamos aqui novamente com a doutora Juliana Amato, médica ginecologista e mais uma vez um assunto muito interessante, que levanta muitas dúvidas e hoje mais interessante ainda, porque a gente vai falar de uma forma geral, principais dúvidas sobre a saúde da mulher. Então a gente vai passar sobre vários temas, que provavelmente alguns tópicos você já escutou falar, mas às vezes não sabe o que significa, realmente como que funciona o tratamento, diagnóstico, então a gente vai passar por todo esse panorama.
Continuar lendo a transcrição
A doutora Juliana Amato tem título de especialista pela FEBRASGO e pela Associação Médica Brasileira, pós-graduada em infertilidade e reprodução humana pela USP, a Universidade de São Paulo e residência médica em ginecologia e obstetrícia pela UNISA. Mais uma vez, bem-vinda doutora. Obrigada.
Também um tema que eu tenho certeza que a gente vai poder esclarecer muito. Ah sim, é um tema muito amplo, vai ter muita coisa para a gente conversar. Legal.
Também já faço um destaque aqui, uma novidade do Amatocast, que agora a gente tem um patrocínio, que é do Laboratório Origem, especializado em saúde intestinal, que é onde tudo começa. O foco da origem é qualidade de vida e prevenção. Ao longo dos nossos episódios a gente inclusive vai trazer, contextualizando aqui nos nossos assuntos, hoje também durante a nossa programação, a doutora Juliana vai poder trazer alguns temas mais específicos que podem relacionar a esse diagnóstico por imagem, que a gente tem trazido agora para vocês pelo patrocínio, e como que isso pode auxiliar no tema que a gente está trazendo hoje.
Doutora, então para a gente iniciar o spoiler de tudo que a gente vai poder trazer, nada muito sem revelar muito, mas que a gente vai conseguir um panorama. Como o tema ele é muito abrangente, a gente vai conversar da saúde da mulher desde a primeira menstruação, principais doenças, até a fase reprodutiva e menopausa. Então vai ter muita coisa para a gente conversar, muita dica legal, vamos conversar.
Legal. Inclusive para a gente iniciar, eu também trouxe um dado aqui da própria Febrásico, é um trava-línguas para mim falar esse nome, mas que em 2022 eles fizeram uma pesquisa, doutora, que cerca, não sei se você chegou a ter acesso, cerca de 20% das mulheres não tem o hábito de se consultar com o ginecologista regularmente. É um número que chama atenção.
Imagino que isso no consultório seja mais alarmante ainda pelo número das mulheres que não vão e que depois acabam descobrindo algo mais grave, algo mais difícil de ser tratado, alguma situação que já chegou ali no limite e também da falta de conhecimento, eu imagino, que apesar de que a internet hoje em dia tem muito material que as pessoas conseguem ter acesso ainda mais, mais novas, cada vez mais novas, no consultório eu imagino que você tem esse panorama de uma forma mais nítida, você vai conseguir falar melhor sobre como que as mulheres chegam no seu consultório para conversar com você. Muitas chegam anualmente, pontualmente, vim para fazer os meus exames anuais. Outras, doutora, tô até com vergonha, faz uns 4 anos que eu não faço exame ginecológico.
Outras falam, doutora, tive meu filho e nunca mais fiz. Então, é uma realidade e às vezes a gente faz um diagnóstico de uma doença que se tivesse feito o diagnóstico lá atrás, essa doença não teria piorado. Exatamente.
Agora, a gente pode falar também das fases, né, porque isso chama, acaba sendo mais, falar chama atenção, mas é que não é nem que chama atenção, acaba sendo mais fácil para as pessoas entenderem que esse cuidado acaba desde a fase da infância da mulher até a fase que a mulher já é uma mulher idosa, né, doutora? Isso sempre precisa do acompanhamento e acaba sendo diferente em cada etapa da vida, tem cada processo específico da idade que a pessoa tá passando. Sim, na adolescência, né, quando a menina menstrua pela primeira vez, lá pelos 12, 13 anos, o enfoque é bem diferente. A gente tá mais preocupado nessa fase nova hormonal que ela tá passando, se os ciclos menstruais eles estão vindo direitinho, se é uma coisa regular, né, e a gente dá mais ênfase pra essa saúde inicial aí, saúde hormonal da menina.
E a gente vai caminhando junto com essa menina, chega na fase de anticoncepção, na orientação quanto à relação sexual e vai passando as fases, a fase que a mulher ela já tá numa fase que ela já quer engravidar, pra gente ver como que tá essa fertilidade dela, gravidez, as doenças que ela pode estar exposta, doença sexualmente ativa, até a fase que ela já tá numa fase mais madura que tá próximo da menopausa, que a gente vai ter que ter um enfoque mais pra saúde, prevenção de doenças, né, do envelhecimento, como das doenças cardiovasculares, da osteoporose, pra melhorar a qualidade de vida e pra melhorar a expectativa de qualidade de vida dessa mulher. Todo momento ali o acompanhamento, né? Exato. Doutora, agora quais as doenças que atingem mais as mulheres nesse sentido em toda a vida, né? Câncer de mama é uma delas, câncer de colo de útero, né, é muito frequente também aí pelas infecções pelo vírus HPV, endometriose, assim, parado também, mulheres que têm dor e que não sabem o que é, vem ao ginecologista, às vezes é uma endometriose muito inicial, às vezes não faz o diagnóstico, quando vem já tá numa endometriose mais avançada, síndrome dos ovários policísticos também é muito comum, além dos corrimentos, né, das doenças sexualmente transmissíveis.
É esse que é um tema legal que a gente vai trazer também, já vou inclusive pro próximo que é síndrome dos ovários policísticos, porque a gente escuta muito o nome, né, e às vezes não sabe o que significa na prática, muita gente fala, ah, eu tenho os ovários policísticos, e às vezes não sabe nem o que isso significa, né, doutora, quando que isso acontece, o que significa de fato? A síndrome do ovário policístico, ela é uma síndrome que tem uma característica bem específica, ela tem um aumento do hormônio masculino circulante na mulher, com isso ela forma mais cistos no ovário, mas não são cistos que a mulher tem que se preocupar de que, ah, é um cisto muito grande, que eu vou ter que tratar, não, são pequenos cistos que alteram a produção hormonal. O que que isso causa? Isso causa irregularidade menstrual, então às vezes essa mulher, essa menina não menstrua regularmente, às vezes fica meses e meses sem menstruar. Tem irsutismo, que é aumento de pelo, principalmente aqui nessa região de queixo, de rosto, de bulso e acne, e ela também tá muito associada com resistência à insulina, e essa resistência à insulina, se não tratada, a síndrome dos ovários policísticos, pode levar a uma diabetes tipo 2. Então, é bem importante.
Essa é a preocupação dos ovários policísticos, então. Essa é a preocupação dos ovários policísticos. Impacta também na fertilidade da mulher, porque se ela não está ovulando e ela quer engravidar, ela não vai engravidar porque não tá ovulando, né, não tem essa liberação do óvulo aí, do ovário.
Como que funciona esse tratamento? O tratamento, ele é hormonal, ou seja, a gente melhora os hormônios, dá hormônio para essa mulher, para que o organismo comece a entender que ele precisa produzir os hormônios por conta própria, diminuindo esses cistos e diminuindo o hormônio masculino circulante. Além disso, é usado também algumas medicações hipoglicemiantes, que a gente usa para tratar essa insulinemia, essa resistência à insulina, e uma alimentação balanceada, com pouco carboidrato, adequada para o tratamento do ovário policístico. Nos exames periódicos, a mulher consegue saber? Consegue.
É aquele transvaginal? O transvaginal e os exames hormonais, né, um FSH, um LH, um estradiol, a dosagem de androgênios, que são os hormônios masculinos da mulher. Além dos sintomas. Sim, dos sintomas.
O que mais chama a atenção é a irregularidade menstrual. É o que acaba sendo bem comum, né, aí a pessoa precisa fazer essa associação. Sim, porque às vezes se tem aumento de pelo, ah, fez um laser, tá diminuindo, não acha que é tão importante.
A gente precisa associar, né, tudo. Exato. Câncer de mama agora, doutora, eu tenho também um dado aqui que mostra que segundo o Instituto Nacional do Câncer, o INCA, a estimativa de câncer de mama em 2020 era de 66 mil, cerca de 66 mil novos casos.
É a segunda maior causa de morte de mulheres no Brasil, então isso também se dá a falta desse diagnóstico, da falta da procura pelos especialistas? Na verdade, o câncer de mama, o que a gente tem reparado é que ele tem uma incidência em mulheres a partir de uma determinada idade, então a partir dos 55 anos pra frente. O que a gente tem reparado é que esse câncer de mama tá aparecendo mais precoce, então em mulheres com 30, 30 e poucos anos. Em alguns estudos, eles dão a entender que pode estar associado com um estilo de vida, com alimentação, com falta de atividade física.
O que a gente sabe é que a mulher, ela pode desenvolver o câncer de mama, mas que depende muito do cuidado que ela tem com a saúde dela. Se ela vai ao ginecologista todos os anos, o ginecologista vai examinar a mama, vai pedir os exames adequados pra idade, então é importante que ela tenha essa regularidade nas consultas e também que faça o autoexame das mamas em casa, porque a gente sente quando a gente tem alguma coisa diferente nas mamas, né? Se é muito pequenininho, talvez você palpe e não sinta, mas muitas vezes é palpável e dá pra fazer um diagnóstico em casa. Você palpa, sentiu alguma coisa, poxa, vou procurar meu médico.
É isso que eu ia perguntar, né? O autoexame, muitas pessoas falam do autoexame, tem campanha também falando do autoexame, mas às vezes existe essa dúvida, então é simples, né? É só realmente ali mexer, ver se tem algum carocinho, algo que chama atenção e procurar o médico, se tiver. Sim, e é importante lembrar que o autoexame, ele tem um tempo específico pra você fazer, um período específico. Não pode fazer próximo da menstruação.
Quando a gente vai ficar menstruada, a mama incha, as glândulas incham, então quando você palpa, você vai achar um monte de bolinha, que são as glândulas inchadas. Então, o tempo ideal pra fazer esse teste, é uma semana depois da menstruação, no banho, vai lá no banho, palpa a mama, dedilhando de cima pra baixo, se sentir alguma coisa nessa fase, é que realmente precisa procurar o médico. Pras mulheres que não menstruam, pode ser em qualquer etapa? Em qualquer etapa, tá.
E agora também, o que eu ia perguntar, causa. Tem relação sempre com algum caso na família, isso dá um alerta maior, ou acaba excluindo? Eu não tive nenhum caso na família, então eu não preciso me preocupar com isso? Tem muitas mulheres que não tem histórico familiar de câncer de mama, mas tem um fator genético no câncer de mama também. Então, sempre precisa ficar de olho, lógico, se tem algum caso na família, mas na maioria das vezes não vai ter nenhum.
São outros fatores que propiciaram que aquele câncer se desenvolvesse. Ou seja, não é porque a pessoa não tem um caso na família, que não deve... Que ela não vai ter. Sim.
Agora, cistite ou infecção urinária? Primeiro, qual que é a diferença das duas? Pelo que eu me lembro, cistite tem até um apelido que é a infecção da lua de mel, que o pessoal chama. Qual que é a diferença das duas? A cistite, ela é uma infecção urinária, né? Só que ela é uma infecção urinária mais baixa, porque aqui em cima a gente tem a bexiga e da bexiga sai a uretra, que exterioriza na vagina. A cistite é quando a gente tem a inflamação aqui na uretra, já na saídinha ali pro canalzinho da vagina.
E a infecção urinária é quando já ocorreu a cistite, mas tem a infecção na bexiga também. Os sintomas são muito parecidos. Por que que é chamado de infecção da lua de mel? Porque é comum as mulheres, quando tem muitas relações sexuais, elas, pelo atrito ali da relação, né? Na entradinha da uretra, as bactérias já entrarem ali pela uretra e ocorre a infecção.
Tem o trauma, pode dar micro fissuras, o que deixa mais fácil de inflamar. Agora, diferente da infecção urinária, que aí já é uma infecção mais alta, né? Da bexiga mesmo. E da lua de mel, porque é quando a mulher tem mais relações sexuais.
É só um apelido que o pessoal deu pra caracterizar. Exato. E já posso até dar uma dica aqui.
Quando tem relação sexual, o que é interessante fazer? Você ir ao banheiro e esvaziar a bexiga. Por que? Quando você esvazia a bexiga, você lava a uretra. Então, não vai ter a presença de bactérias na entradinha da uretra.
E uma dúvida também que é muito comum em relação a isso é até a questão do banho, né? Pois em relação a muita gente falar, esvaziando a bexiga acaba sendo até mais fácil, melhor pra quem não tem essa opção, ou não que não tenha essa opção, às vezes a pessoa até tem a opção, mas às vezes não, né? Dependendo do lugar, de tomar o banho depois. Então, isso acaba sendo mais essencial do que o banho depois. Sim, mais essencial do que o banho.
E aqui também, um alerta, ducha vaginal não. Por que? A ducha vaginal, você vai colocar uma quantidade de líquido muito grande dentro da vagina, com uma pressão muito forte. Então, isso se pegar aqui na entradinha da uretra, só vai colocar a bactéria lá pra dentro.
Porque como é um fluxo muito alto, não é legal. Dá o efeito ao contrário. Dá o efeito ao contrário.
Pra quem tá sentindo esses efeitos, os sintomas da cistite, acha que é algo mais simples. Isso precisa de um diagnóstico, um remédio que é receitado pelo próprio especialista? Ou a cistite, por ser considerada mais fraca ali no sentido comparado com a infecção urinária, a mulher consegue esperar um tempo e curar sozinha, por exemplo? Às vezes a cistite ela cura sozinha, né? Então, se em dois dias não melhorar, o ideal é passar no médico pra acolher um exame de urina pra ver se já não virou uma infecção urinária. Porque se virou uma infecção urinária, aí o tratamento é antibiótico.
E pra cistite o tratamento não é antibiótico, né? Então, outra dica, tomar muito líquido. Começou com sintomas de cistite, já enche a garrafinha, toma de um litro e meio a dois litros de água por dia. Água, não suco, não refrigerante, água.
Porque se tiver que melhorar, vai melhorar. Doutora, eu não posso deixar de perguntar, tem um remédio, eu não vou nem citar o nome, porque vai ser propaganda também pra Marca e às vezes acho que é chato, né? Também citar o nome específico. Mas ficou muito famoso, acho que você vai vir na sua memória assim que eu citar, por aliviar esses sintomas da cistite, né? Inclusive nas redes sociais todo mundo fala desse remédio, ele muda a cor da urina, o pessoal pode estar também reconhecendo o que eu tô falando.
E acaba aliviando esses sintomas, tanto da cistite como até de infecção urinária. Todo mundo que tem um desconforto, vai procurar, não procurou um médico ainda e procura algo que alivie. Até na farmácia eles indicam esse remédio.
Esse remédio pode ser utilizado mesmo ou tem um risco? Esse remédio pode ser utilizado, mas assim, se for uma infecção urinária que já subiu pra bexiga, não vai resolver em nada. Tá, então tem essa... Os sintomas vão continuar. E não é uma medicação que você pode ficar usando também direto.
Pra uma cistite ali poderia ajudar... Dois dias, não melhorou, vai no médico, porque tem coisa a mais. Agora, corrimentos vaginais, eu acho que isso também tem muita dúvida. Em relação a isso, cor, cheiro, enfim... Eu já vejo até nas redes sociais, o pessoal costuma colocar uma tabelinha ali pra você diferenciar se tá tudo bem, se tem algum problema, né? O que a gente pode dizer em relação ao alerta? Corrimento é um sintoma muito comum das mulheres.
Quando que você tem que se preocupar com o corrimento? Quando o corrimento tem cor e tem cheiro. Quando o corrimento, ele é transparente e não tem cheiro, pode ser a lubrificação normal da vagina. E interessante é que quando a gente tá próximo do período menstrual, a gente tem um aumento da lubrificação dessa região.
Então, a maioria das mulheres, quando tá próximo da época de menstruar ou no meio do ciclo, quando tem ovulação, ela tem uma secreção bem característica, que é uma secreção líquida, parece uma aguinha, e próximo da ovulação, parece uma secreção que parece clara de ovo, né? Que você pega no dedo assim, ela até fica meio pegajosa. Isso é normal. Agora, se tem coloração esbranquiçada, esverdeada, às vezes amarelada, aquela que gruda na calcinha, pode ser que tenha algum tipo de infecção.
Aquela branca com grumos que coça muito pode ser uma candidíase. A amarela ou a esverdeada, até um pouco acinzentada, pode ser tricomonas vaginalis, um outro tipo de infecção, uma gardinerela, que aí realmente precisa de tratamento médico, que não vai se resolver sozinha. O cheiro também tem uma dúvida muito comum em relação a isso, porque normalmente as mulheres nunca sabem até que ponto é algo normal ali da rotina da pessoa, enfim, ou realmente tem algo que chama atenção.
E isso é mais fácil ver pela cor do que pelo cheiro. Tem um cheiro bem característico de uma infecção, que é um cheiro de peixe podre. Esse cheiro de peixe podre é de uma infecção específica, que é o tricomonas, e é até uma doença sexualmente transmissível.
Então, quando tem esse cheiro, já tem que ficar em alerta. Vou precisar tomar antibiótico e vou precisar que meu companheiro também tome. Então, eu preciso ir ao médico pra ele avaliar se realmente é isso.
E também, às vezes, as pessoas acabam deixando isso passar pra ver se vai melhorar, pra ver se vai sumir, e às vezes essa situação pode se tornar mais preocupante. Pode, porque esse tipo de infecção pode acender pelo útero ali, pela entradinha do útero. Pode pegar as trompas, acometer as trompas, e aí tem a doença inflamatória pélvica, que é uma outra entidade que é muito comum, se não tratada, pode estar até obstrução tubária, porque ela causa aderência e infertilidade.
E na consulta ali, na consulta normal, a mulher já consegue saber? Já consegue saber. Já consegue saber. Outra coisa que eu vejo muito, muitas mulheres com corrimento, elas vão na farmácia e compram o creme vaginal sem saber ao certo o que é. E tem uma pequena melhora.
E acha que tá tudo bem. Só que fica com um corrimentozinho residual por muito tempo. E aí, quando ela fala, não, acho que eu tô com 2, 3 meses com esse corrimento, não deve ser normal.
E vai no médico, aí o médico prescreve outra coisa, ela deu essa chance de ter uma infecção, uma doença inflamatória pélvica, e ter algum acometimento na sua fertilidade. Então, o ideal é, não siga essas receitinhas de que um fala que essa pomada é boa, a outra pomada é boa, não, porque às vezes não é o tratamento para o seu tipo de infecção. Muitas vezes, a gente vai falar também específico da candidíase, é o nosso segundo e próximo assunto, mas às vezes acaba acontecendo de uma forma muito comum, né? As pessoas acabam, toda hora volta aquilo, faz o tratamento e volta, faz o tratamento e volta, e tem algumas formas de melhorar essa situação quando é recorrente também.
Sim, sim. O próximo que a gente pode falar é endometriose, também que é um nome bastante conhecido, mas muitas vezes as pessoas não sabem o que significa. É, o que é endometriose? A endometriose é uma doença inflamatória que aonde o tecido de dentro do útero, que é o endométrio, ele inflama e ele sai da cavidade uterina e ele vai se aderir dentro da nossa cavidade abdominal.
Então, ele pode aderir no intestino, ele pode aderir no útero, no ovário, na bexiga. E esse tecido, que é o endométrio, como ele inflama na época que a gente está menstruada, ele vai crescer. A gente não tem cólica menstrual, a gente vai sentir dor aonde esse tecido está em outras regiões do abdômen.
Então, por que que mulher que tem endometriose tem dor a evacuar? Porque se tiver ali grudadinho no intestino, próximo ao ânus, ela vai sentir a dor porque aquele tecido está lá. Por que que a mulher com endometriose tem mais chance de ter alteração de hábito intestinal? Por quê? Porque o tecido endometrial pode estar ali no tecido do intestino dela, causando uma inflamação. Então, a endometriose é uma doença silenciosa muitas vezes.
Por mais que as pessoas escutem, ai, mas eu não tenho dor, e todo mundo fala que a endometriose tem uma dor muito grande, a endometriose ela tem a fase inicial da doença que é assintomática. E aí a pessoa só descobre nos exames periódicos? Exatamente. Então, é muito importante a gente conversar sobre a endometriose e as pessoas terem uma ideia de que não ter dor também pode ter endometriose.
E a importância da sua consulta regular no ginecologista. Porque se não tem dor, você não vai falar pro médico que você não tem dor. Você vai falar, não tenho dor, não tenho nada.
Mas nos seus exames que ele vai pedir, ele vai ter uma ideia do que você pode estar tendo. Ah, eu tô tendo muita alteração de hábito intestinal estranho. Ah, é perto da menstruação? Hum, será que não pode ser uma endometriose inicial? Então, é muito importante esse acompanhamento, porque a endometriose quando tá bem no início, às vezes a gente leva muito tempo pra descobrir porque a mulher mesmo ela não sentiu isso.
Como que funciona o tratamento? Depende muito da fase da doença que tá. Se for inicial, nem precisa de cirurgia. Aí é suspender a menstruação pra esse endométrio não continuar crescendo.
Agora, se for casos em que essa endometriose já tá no vário, já tá no intestino, aí é caso cirúrgico de fazer uma laparoscopia pra realmente tirar esses focos de endometriose. E por isso é importante cada vez mais cedo ter o diagnóstico, né? Quanto mais cedo, mais fácil. Exato.
Mais cedo, mais fácil o tratamento. E por isso que é importante sempre ir ao ginecologista. Agora, então, vamos passar pra candidíase, que é um bem também comentado.
Quem começa a ter, costuma ter direto. Doutora, por que que acontece isso? Como se livrar dessa recorrência? Então, a candidíase, ela é um pouquinho complicada. Por quê? Porque ela pode ser causada quando a gente tem uma baixa imunidade, que a gente fica mais propícia a ter inflamações, infecções, e a candida, ela é um fungo que existe na nossa flora vaginal comum.
Só que quando a nossa imunidade abaixa, ela tem uma chance de proliferar na vagina e dar a candidíase. Mas ela também pode ter outra causa, como alimentar. Mulheres que comem muito carboidrato, elas podem ter candidíase.
Por quê? O carboidrato, quando é metabolizado no nosso organismo, ele se transforma em glicose. Aumenta a glicose no sangue, a candida adora uma glicose. Aí ela pode proliferar também na vagina.
E a diferença aqui é que a candidíase não tem cheiro, ou tem? A candidíase não tem cheiro, ela é um corrimento esbranquiçado que muitas vezes parece grumos, parece um queijo cottage, ou um jornal molhado. E a característica principal é que coça. Então, essa região de vagina, ela pode coçar bastante.
Quando ela está muito atacada, quando não está mais na fase inicial, pode até ter um inchaço dessa região. A vagina fica mais inchadinha. Porque normalmente aí é bom para diferenciar, né? Porque as meninas costumam associar, as mulheres também associam sempre qualquer tipo de incômodo, seja corrimento, seja um cheiro diferente, à candidíase, porque é o mais famoso ali dos nomes, né? É, mas não necessariamente a candidíase.
Tem paciente que às vezes manda WhatsApp na clínica e fala Ah, eu estou com uma coceira. Tenho certeza que é candidíase. Dá para a doutora passar uma pomada antes de eu ir na consulta? Às vezes nem é candidíase.
Então tem que tomar cuidado com isso também, porque às vezes a mulher acha que é muito comum, né? Fazer esse tipo de tratamento, e na verdade pode nem ser uma candidíase. E você mascarar usando outro tipo de medicação. E no próprio exame clínico ali, a olho nu? A olho nu já dá para ver.
O médico já consegue? Já, não precisa de nenhum exame específico. Os corrimentos, normalmente, a gente faz o diagnóstico do tipo de corrimento pelo exame clínico mesmo, a gente olhando, examinando ali, colocando o espéculo, examinando essa região vaginal, examinando a característica do corrimento. E existe de fato essa preocupação com pessoas que têm recorrente? Existe, existe sim.
Porque ou ela está com uma baixa imunidade, ou o erro está na alimentação. Ah, exato. Mas existem mulheres diabéticas que têm mais risco de ter a candidíase.
Por quê? Porque ela tem uma glicemia mais alta. Então, mulheres diabéticas, é muito comum ter candidíase de repetição também. E aí precisa desse acompanhamento.
Sim. Agora, depressão pós-parto e depressão do climatério e pós-menopausa. Já adianto também dar uma observação que no nosso último episódio foi só sobre menopausa, então para quem tem essa dúvida pode acompanhar também.
Mas agora mais a questão da depressão ligada a pós-parto ou climatério, né? Sim, essa depressão ligada ao pós-parto tem muito a ver com as alterações hormonais no corpo da mulher. Ela está saindo de uma gestação onde os hormônios dela, os níveis hormonais eram totalmente diferentes. E de repente nasce o nenenzinho lá e todos os hormônios caem.
Essa alteração hormonal, além da mudança de vida, né? Ela vai começar a ter que cuidar do nenenzinho, tem a privação do sono. Tudo ajuda para a mulher que está mais propensa à ansiedade ter uma depressão pós-parto. Mas é por alteração hormonal mesmo e tem tratamento.
É isso que eu ia perguntar. Você costuma resolver naturalmente ou você precisa também? A maioria das vezes resolve naturalmente. Poucas pacientes precisam de tratamento medicamentoso, porque realmente é uma fase hormonal.
E a mesma coisa do climatério, da menopausa. São essas alterações hormonais. Quando a gente não está de TPM, a gente também não fica mais estressada, mais triste, às vezes mais triste, depressiva mesmo.
E tem como prever essa situação, doutora, em algum tipo de exame durante a gravidez? Ali se a mulher pode, de alguma forma, tentar evitar esse período de depressão pós-parto? Porque às vezes tem tanta ideia que a mulher, às vezes o primeiro filho também, que a gravidez vai ser aquela coisa perfeita. E às vezes acontece isso e acaba frustrando muito a pessoa, né? Sim. Estava esperando tanto esse momento.
Então tem como se preparar para isso, de alguma forma? É orientação. Orientação, conversar muito, o médico conversar com a paciente, alinhar as expectativas. E pacientes que já são ansiosas, de base, ou já fazem algum tipo de tratamento para depressão, a gente fica mais atento, né? Já tem o histórico.
Exato. Mioma uterino, também uma palavra bastante conhecida, mas falo por experiência. Não sei explicar o que é isso, não tenho ideia, então queria primeiro a definição para quem está acompanhando aqui a gente.
O mioma são nódulos que crescem no útero, na parede uterina. E eles são nódulos benignos. Uma dúvida muito comum da maioria das pessoas é se todo mioma vira câncer.
Não. Uma parcela muito pequenininha de mioma pode virar um câncer, mas a grande maioria não vira. Então eu prefiro até dizer, que é tão raro, tão raro, eu prefiro dizer que fiquem tranquilas.
Porque o mioma é muito comum. E esse mioma, o que pode acontecer? Ele não tem uma causa específica. Não tem uma causa, eu posso ter mioma se eu fizer alguma coisa, ou está associado com genética.
Não tem uma causa específica. Qualquer mulher, ela está propensa a ter um mioma, que é um nódulo que cresce lá. Qual é o perigo do mioma? O perigo do mioma é quando ele cresce muito.
Quando ele cresce muito, ele pode causar hemorragia. E aí aquele fluxo menstrual da mulher, durante a menstruação, ser muito intenso, a ponto de dar anemia. Nesses casos, quando a mulher tem muitas hemorragias durante o ciclo menstrual, a gente opta por fazer a retirada desse mioma.
Ou por embolização, ou a retirada em cirurgia aberta mesmo. Agora, quando ele é pequenininho, só precisa observar. Não vai trazer maiores consequências.
O nome assusta, né? Sabe que tem? É diagnosticada. Papiloma vírus humano, que é o HPV. O nome mais comum, que todo mundo vê.
Agora já tem vacina pra isso, né? Sim. Homens e mulheres? Ou só mulheres? Homens e mulheres. O HPV é esse vírus, né? Papiloma vírus humano.
Tá muito associado ao câncer de colo de útero. Então ele pode dar desde lesões verrucosas na parte de fora de vagina, às vezes de anos. E esse tipo de HPV, é bom falar que existem mais de 100 tipos de HPV.
Então os subtipos que dão câncer, que são cancerígenos, são menos subtipos. Os que dão essas verruguinhas, essas verruguinhas elas não são cancerígenas. São por HPV que não causam câncer.
Já o HPV que causa a lesão dentro ali do colo do útero, que forma a feridinha no colo do útero, esse é um subtipo cancerígeno, que é o 16 e o 18. E pra esse tipo é que existe a vacina. E hoje a gente tem essa vacina no SUS, pra meninas de 9 a 14 anos e pra meninos de 11 a 14 anos.
Fora isso, a gente pode indicar a vacina do HPV pra adultos, quando a gente sentir necessidade. Ou seja, tá com HPV, já fez o tratamento, tá tudo bem, mas vamos dar a vacina pra aumentar a imunidade contra o HPV, pra não ter recidivas dessas lesões. Quem tem uma vez, tem pra sempre.
Não é algo curável isso. A pessoa fica ali com o vírus. O vírus, ele fica ainda circulante.
Mas ele pode não dar a lesão. Então, por isso que é importante sempre fazer o papanicolau, quando tem o diagnóstico, pra ver se ele tá dando lesão. Se ele não tá dando lesão, ok.
Agora, se ele começa a dar lesão, é sinal que tem que tratar novamente. Então, alguns estudos mostram que a longo prazo, ele pode não ativar novamente. Mas isso ainda é muito... Precisam mais estudos ainda sobre isso.
A principal forma de prevenção, a vacina e também os... A vacina e método contraceptivo, camisinha. Sim, que aí não tem o contato. Ah, e uma dúvida em relação ao HPV.
Muita gente fala sobre isso. Contato mais superficial, uma toalha que passa uma pessoa e passa em outra. É possível também ter a transmissão de uma pessoa pra outra? Pra esse HPV de verruga, sim.
Se tem essa verruguinha e essa verruguinha, por exemplo, ela deu uma fissurinha ali, saiu um pouquinho de sangue, ou tá saindo alguma secreção dessa verruguinha e a outra pessoa também tem algum raladinho, alguma coisa, alguma porta de entrada na pele, sim. Então, bom ficar atento de todas as formas. Sim.
Ciclo menstrual e período fértil. Eu acho que a maior dúvida, na verdade, é mais em relação ao período fértil, né, quando que funciona, porque apesar de muito... Nossa, já tá mais do que esclarecido, né, do que o método ali. A gente vai falar também de métodos contraceptivos, mas que o método da tabelinha é o menos eficaz, né, que tem gente que ainda faz a conta ali no... Tem aqueles aplicativos de celular e fala, ah, hoje não tem problema, então não vou usar camisinha ou não tomo anticoncepcional e acho que tá tudo bem.
Mas isso não é uma garantia 100%, doutora? Como funciona ou de fato precisa estar nos dias ali? Não é uma garantia 100%. O que que ocorre? Pra mulher que é regulada, que tem os ciclos naquele intervalo pré-definido direitinho, ela pode até tentar colocar no aplicativo os dias que ela tá menstruando, que o aplicativo vai fazer uma conta simples ali e vai mostrar o dia que ela tá ovulando. Mas são poucas mulheres que tem isso, né, a maioria das mulheres é um fluxo que às vezes varia de 28 a 30 dias e pra gente fazer esse cálculo da época que ela vai tá ovulando, é muito difícil, né.
Algumas mulheres tem a... Conseguem saber porque elas tem a secreção que a gente conversou, que é aquela secreção que parece clara de ovo, mas nem todas tem. Então, o ideal é que você pode ter uma noção do seu período fértil, concordo, mas nesse período você tem que usar algum tipo de proteção pra não engravidar. Porque senão corre-se o risco de engravidar.
Tá, e quem toma anticoncepcional também eu sei que é uma dúvida comum. Aquela, quando a pessoa faz a pausa. Alguns não tem, né, outros tem.
Quem faz a pausa, na verdade, aquilo não é uma menstruação de fato. Não, não é uma menstruação de fato. Aquele é um sangramento pela privação do hormônio.
Você tá tomando ali o anticoncepcional todos os dias. Seu corpo tá acostumado ali que você tá tomando todos os dias. Quando você dá aquela pausa, você tem uma queda dos níveis hormonais.
E aí você tem um sangramento porque teve uma queda dos níveis hormonais. Não é uma menstruação de fato. Então, tem até mulheres que querem saber ah, eu tô vulando, eu quero saber como que estão os meus hormônios pra engravidar.
E tá usando o anticoncepcional a gente nunca mede os hormônios na menstruação depois que acaba o anticoncepcional. A gente espera a segunda menstruação porque aí de fato vai ser a menstruação realmente dela. Interessante isso.
Às vezes, acho até que tem os sintomas de TPM, né e na verdade não tem nada, nenhuma relação. Agora, esse daqui é um dos assuntos também mais comentados. A eficácia dos métodos contraceptivos.
Qual que é hoje considerado mais eficaz? Imagino que muita gente ainda opta pela pílula, né anticoncepcional, mas tem muitos nomes hoje no mercado, as pessoas têm muitas dúvidas em relação a isso. Dio também acabou sendo muito discutido se realmente é válido, se tem aquelas consequências sintomas, nem sintoma, a palavra que eu ia falar. Como se fosse sintomas, mas que a pessoa tem por conta de um remédio, né.
E as pessoas ficam em dúvida de qual que é realmente qual método que deve ser utilizado. Vai de pessoa pra pessoa ou a gente pode já classificar um como mais eficaz? Vai de pessoa pra pessoa, mas eu já adianto. Anticoncepcional oral ainda é usado, ainda é usado muita gente usa, a gente ainda prescreve bastante.
Mas existem alguns estudos muito interessantes relacionando o uso de anticoncepcional com alterações intestinais na mulher e alteração na flora bacteriana boa do intestino. Que a gente chama de estroboloma, tem algumas alterações hormonais. Então a gente usa menos, em dosagens menores.
Ele é eficaz? Ele é eficaz. Tem 1% de risco, aí 0,1% de risco de falha se tomado adequadamente. Porque a gente sabe que anticoncepcional você tem que tomar ali sempre no mesmo horário.
Você não pode atrasar mais que uma hora, uma hora e meia porque você pode diminuir a eficácia dele, da tomada. E se esquecer, aquele mês que você está tomando anticoncepcional a eficácia dele diminuiu bastante. Mesmo que você já esqueceu por um dia? Esqueceu por um dia.
Tem algumas pessoas que ainda falam ah, eu esqueci um dia, vou tomar dois juntos. Não adianta. É melhor não tomar os dois juntos? É melhor não tomar os dois juntos.
É melhor você continuar a sua cartela e descartar aquele que você esqueceu porque não vai fazer diferença nenhuma. Porque às vezes na própria bula, eu falo pelo meu na bula fala que se esqueceu um dia no dia seguinte lembrou só. Isso aí para diminuir a chance de ter um spot um sangramento no meio da cartela.
Mas de eficácia, a eficácia já... Não, para o sangramento não. Agora para a eficácia anticoncepcional já diminuiu essa eficácia. É bom lembrar também que o uso de antibiótico muita gente esquece disso.
Quando você está tomando pílula tem alguns antibióticos que cortam o efeito do anticoncepcional. Sim, e outra coisa que isso mudou assim eu vi que muitas pessoas perguntavam sobre isso era uma dúvida minha e é importante a gente destacar quem toma o anticoncepcional sem a pausa que é o meu caso também acontece de reclamar muito de escape. Muito comum, eu vejo amigas, parentes todo mundo comentando sobre isso.
E às vezes acha que o anticoncepcional parou não está mais fazendo efeito porque já está tomando muito tempo aquela mesma marca algo assim, acha que precisa mudar fica preocupado se está fazendo efeito ou não. Mas é importante ter, apesar de que toma aquele contínuo ter uma pausa de um período. Esse spotting pode acontecer quando você usa por muito tempo a pílula.
Então quando acontece isso o ideal é você fazer a pausa três cartelas faz pausa na quarta cartela aí você vai usando de três em três dando pausa de vez em quando para diminuir a chance de ter spotting. E agora TPM e como evitá-la também é um assunto importante, né? Sim, TPM muitas mulheres têm faz parte das alterações hormonais do ciclo menstrual não que a alteração que eu esteja falando é alguma coisa que está errada mas é da flutuação hormonal do ciclo menstrual onde a gente tem lá o aumento do estrogênio depois da progesterona nas aulas de biologia que a gente aprendia sobre ciclo menstrual que descia a progesterona para subir LH, para ovular então essas flutuações normais que estão associadas à TPM. Tem mulheres que têm mais e tem mulheres que têm menos.
Algumas mulheres elas têm mais como sintoma enxaqueca outras mulheres ficam mais irritadas cada mulher tem um sintoma diferente para essa TPM. E o que você faz para evitar a TPM? Já que ela acontece em graus variados dependendo de mulher para mulher manter uma alimentação boa rica em alimentos do complexo B é bem interessante vitamina B12 alimentos ricos em vitamina B12 em vitamina B6 ovo tem bastante vitamina B6 frango, peixe o que mais? Deixa eu pensar oleaginosas também ajuda bastante nessa fase e praticar atividade física também para o bem-estar mesmo. Legal.
Cólica, que também está associada a essa questão aí da menstruação. É, o que é a cólica? A cólica é a contração do nosso útero para que aquele sangue ali o endométrio descame é isso que é a cólica. Então a cólica vai acontecer tem mulheres que têm menos e tem mulheres que têm mais depende muito do limiar de dor de cada pessoa.
O que a gente orienta para a cólica? Bolsinha de água quente, que é a bolsa de água quente esse calor local ele vai fazer com que o músculo ele relaxe pare de contrair tantas vezes algumas medicações analgésicos se a dor tiver muito forte e repouso. Agora, a pílula engorda? As pessoas também é uma das dúvidas. Todo mundo pergunta isso, a pílula engorda eu quero uma pílula que não engorde tem uma que é melhor do que a outra na verdade a pílula anticoncepcional ela pode reter líquido então essa retenção de líquido é que pode dar alguma alteração na balança mas que ela aumente de peso, que ela engorde, não é essa retenção de líquido mesmo.
Eu já estou na parte das dúvidas porque eu acho que das dúvidas a gente consegue puxar alguns ganchos também dos assuntos que a gente ainda pode falar se tive uma relação sexual sem usar método como posso evitar a gravidez? Pílula do dia seguinte, que era um assunto que a gente acabou falando da pílula normal, mas pílula do dia seguinte acho que também tem gente que toma tem até uma brincadeira na internet que fala, toma tanta pílula do dia seguinte que já está lá em 2025 Nossa! Doutora, isso é uma vez, uma exceção mesmo. Isso é a exceção da exceção, porque a pílula do dia seguinte, o que que ela faz? Ela ela vai atuar em até 48 horas passou dessas 48 horas, ela não atua mais, e ela é uma dosagem hormonal muito alta que você vai estar dando para o seu corpo um hormônio numa dosagem alta pense que você vai desregular um monte de coisa, né? Então, em último caso, camisinha estourou? Tudo bem pode usar a pílula do dia seguinte mas camisinha está estourando direto, estou tendo relação sem proteção melhor procurar um médico e tomar um anticoncepcional, algum método anticoncepcional, né? Ou a pílula ou colocar um Dio ou colocar um implante posso falar o nome, colocar um implante porque do jeito que está, não pode ficar, senão ela vai prejudicar a saúde dela, além de aumento de risco de trombose em pessoas que já têm alguma predisposição a isso, é perigoso e falar também que não é 100% garantido, né? Não, não é 100% garantido se teve algum tipo de se a pessoa engravidou não é 100%, na verdade a palavra é diferente, não é 100% certeza que a pessoa não vai engravidar usando a pílula do dia seguinte. Exatamente não é 100% Aproveitando agora, antes da gente ir para os nossos mitos e verdades mais específicos eu preciso destacar aqui o nosso patrocínio também a gente pode fazer uma relação com esses assuntos, né? Porque a gente está dando um panorama da saúde da mulher, claro que tem muitos assuntos específicos que a gente poderia ficar um episódio inteiro falando, né? Só sobre métodos contraceptivos inclusive se vocês tiverem sugestões aqui pra gente trazer a doutora Juliana de novo, pra esclarecer nossa, são tantos temas, né? Mas algum mais específico que vocês gostaram mais ou que vocês querem ver aqui também, podem comentar tanto aqui no nosso vídeo como também nas redes sociais da doutora Juliana Antes então, a gente já vai voltar para os assuntos que a gente está destacando mas eu preciso destacar o patrocínio do Amatocast, do laboratório Origem especializado em saúde intestinal que é onde tudo começa o foco do Origem é qualidade de vida e prevenção a gente vai rodar um vídeo agora de como funciona o laboratório e daqui a pouco uma explicação também da doutora Juliana como isso ajuda e impacta na saúde feminina Doutora, então esse tipo de diagnóstico também consegue auxiliar principalmente nesse panorama geral da saúde da mulher, porque são tantos pontos, né? Sim, inclusive esse tipo de exame é importante nesse assunto que a gente acabou de conversar, da pílula anticoncepcional às vezes a gente tem essa entidade estroboloma muito associada, essa desbiose intestinal, e esse tipo de exame mostra exatamente que tipo de desbiose que bactéria que é boa que bactéria que é ruim e dá até uma ideia das bactérias que a gente tem que dar para essa paciente em forma de probiótico para melhorar essa saúde intestinal e eu ainda friso o intestino é nosso segundo cérebro se o intestino não está funcionando direito o resto do corpo não vai estar funcionando direito Perfeito Doutora, agora sete, eu até tinha separado aqui, os sete principais cuidados da saúde da mulher mas eu acho que é o que a gente sempre fala, que a gente não precisa também gastar tanto tempo, porque ainda tem tantos assuntos legais aqui dos mitos e verdades mas vou dar um panorama e você comenta o que você acha mais importante em relação a esses sete pontos porque é aquilo da alimentação saudável que a gente sempre comenta, das atividades físicas, dos exames periódicos que a gente também citou agora, a cada um ano ali pelo menos, a mulher ter esse acompanhamento o médico com frequência que entra nessa mesma questão a saúde mental também é importante a gente destacar nisso e o cuidado da higiene íntima, porque a saúde mental às vezes acaba ficando de lado, as pessoas acham que não tem relação com aquilo físico que está vendo e pode influenciar muito em tudo isso que a gente está dizendo aqui Sim, com certeza Não podemos esquecer do cuidado, da higiene também você comentou da higiene Da higiene foi o último ponto Então, é muito importante essa higiene íntima da mulher desde cedo aprender como fazer essa higiene corretamente, como usar um papel higiênico por exemplo, sempre de frente para trás, nunca de trás para frente sempre se lavar quando vai ao banheiro para prevenir esse tipo de algum tipo de infecção corrimento que ela possa ter no futuro e assim, atividade física e alimentação, estilo de vida são a base da saúde de todo mundo, não só da mulher então é extremamente importante, e se cuidar o autocuidado é muito importante e o recado que a gente passa sempre, e tem mitos e verdades, perguntas que as pessoas fazem inclusive o pessoal mandou algumas perguntas aqui para a gente, não sei se vai dar tempo de passar por todas, mas pelo menos eu acho que a maioria vai ser respondida nos mitos e verdades e eu trouxe uma listinha que a gente está passando rápido nos assuntos, porque são muitos e não tem como ficar muito tempo falando de uma coisa só mas aqui tem muitas frases que a gente escuta muito ao longo da vida desde criança, e que vale a pena a gente ver se é verdade, se procede ou não O sabonete íntimo feminino é a melhor opção para a higiene diária da mulher? Não o sabonete íntimo pode ser usado? Pode ser usado mas não precisa ser aquele específico que você compra na farmácia próprio para a região íntima o interessante do sabonete íntimo é que ele tem um pH próximo ao pH vaginal, que é ácido ou no máximo um pH neutro, para ele evitar os desequilíbrios de flora vaginal que possam existir mas não precisa ser uma marca específica o que não é orientado é sabonete em barra porque o sabonete em barra ele tem um pH diferenciado e se você usa todos os dias de forma contínua isso sim pode alterar o pH vaginal e por exemplo você tem uma candidíase com mais frequência então até o em barra aquele que é de glicerina é, não pode de glicerina não é o ideal para essa região o neutro líquido neutro líquido bom, agora próximo, calcinhas que não sejam de algodão devem ser evitadas na verdade não é a calcinha de algodão, é que toda calcinha, independente da que for o ideal é que tenha aquele forrinho embaixo de algodão que a maioria tem né, pra essa região ela conseguir respirar, ter uma troca ali de ar naquela região pra não ficar muito abafado não ficar úmido e não proliferar a candida Dormir sem calcinha é bom? É bom verdade ajuda de fato nessa... Exato falar tem que respirar? Tem que respirar essa região ela realmente tem que respirar você evita o abafamento mas também não é pra todo mundo dormir sem calcinha né, tem gente que vai achar que ai vou ficar incomodada de dormir sem calcinha, aí dorme com uma calcinha mais folgada, não tem problema O absorvente diário ajuda a manter a higiene? Não, o absorvente diário é ao contrário porque pensa que se você usar o absorvente todos os dias, você vai estar abafando mais a região vaginal e aí você pode suar mais nessa região então não é o ideal fora que o plástico pra pessoas que são propensas a alergia, esse plástico pode ser irritativo absorventes plásticos são prejudiciais pra quem tem uma predisposição a irritação sim se não, se a pessoa consegue usar tudo bem, aquele que o plastiquinho é embaixo né absorventes internos não podem ser usados por mulheres virgens tem um específico que pode sim os menorzinhos, porque o imen ele é complacente ele tem uma elasticidade então não é que se você colocar um absorvente interno lógico que o grande sim que você vai você vai tirar esse imen tem um pequenininho que pode sim é preciso lavar a região íntima toda vez que se vai ao banheiro? é, o ideal sim ao invés de ficar passando muito papel dá uma jogadinha de água se não foi possível e a pessoa está fora de casa alguma coisa, aí usa o papel, aqueles lencinhos não está nas dúvidas, mas eu estava pensando nesse lencinho agora todo mundo tem dúvida quanto é esse lencinho, né pode usar quando você estiver viajando pode deixar na bolsa se você vai em algum lugar um banheiro público que não tenha papel que não seja totalmente limpo você pode usar, mas assim diariamente, como alguma coisa fixa, uma rotina não, porque ele tem um químico ali, né, que é aquele úmidozinho, que pode alterar a pH vaginal usar calças muito apertadas prejudica a saúde da região íntima? prejudica, calça apertada prejudica porque se pegar bem aqui no cós pode apertar a região da vagina causar microfissuras e não é legal o ideal é manter, pode usar na perna, calça apertada na perna mas não pode estar entrando lá, né não se deve depilar a região íntima por completo não tem problema depilar a região íntima por completo não tem nenhuma contraindicação, não causa problema nenhum nada relacionado pode depilar o quanto quiser agora eu vou ver na verdade a gente tem 5 minutos mas acho que dá tempo de pelo menos ver se alguma dúvida aqui ficou diferente do que a gente já falou, porque normalmente acaba sendo nossa logomarca doutora Juliana, aqui na Bahia o pessoal fala muito de chá pra saúde, tem algum chá que realmente ajuda a regular o ciclo menstrual? Maria José de Salvador não, chá específico pra regular ciclo tem chá pra tudo que a gente estava falando nesse caso não tem Oi doutora na nossa região muitas mulheres tem filhos cedo, isso pode influenciar na saúde a longo prazo como na menopausa ou na saúde do coração? Tânia Ribeiro de Manaus não, não, não altera não é que teve filho cedo que vai entrar na menopausa mais cedo não, isso tem a ver com a reserva ovariana que a mulher vai decaindo ao longo do tempo então ela vai entrar na menopausa quando ela tiver que entrar mesmo não ligar na menopausa, mas aí tem toda outra questão né, cedo quanto e não ligar na questão da menopausa tem que ver com cedo também com cedo tá saindo né doutora o clima mais frio aqui no sul tem algum impacto na saúde óssea das mulheres especialmente depois da menopausa a osteoporose é mais comum dona Elvira de Curitiba não, não tem relação o frio com osteoporose não, a menopausa sim né mas o frio não inclusive aqui tinha fazer a parte do nosso roteiro osteoporose pra quem ficou achando que faltou e menopausa, mas é que a gente fez um episódio só falando sobre isso, então a gente acabou passando exato, no próximo a gente faz osteoporose doutora Juliana, sempre ouço falar que o anticoncepcional pode fazer a mulher engordar isso é verdade? e se a mulher já tiver tendência a ganhar peso, isso piora? Rosalina Mendes é isso que a gente conversou né, que tem um pouco de acúmulo de líquido e ela pode sentir um pouquinho na balança mas um, dois quilos não mais que isso oi doutora, aqui em Minas as mulheres gostam de comer um trem bão mas dizem que gordura pode atrapalhar a fertilidade, qual a verdade nisso? Fátima Martins, Belo Horizonte a gordura ela é inflamatória né, então ela pode alterar a fertilidade sim, principalmente se essa mulher já tiver alguma doença de base inflamatória, por exemplo endometriose, se ela comer muita gordura ela vai aumentar a inflamação do corpo e aí a gente sabe que a endometriose ela tem aí uma alteração que dá no endometrio que deixa mais difícil a implantação do embriãozinho dentro do útero doutora, o estresse da vida moderna pode afetar a saúde da mulher de que maneira? Aqui no sul o pessoal está sempre na correria e sinto que isso mexe com a minha saúde.
Neuza Barbosa, Porto Alegre Ah, o estresse mexe com tudo na nossa saúde, né em qualquer órgão do nosso corpo, não tanto no útero, ovário coração, pressão alta em tudo. Tem que ter um episódio só falando de estresse, né? É Doutora, sempre ouço que a mulher deve fazer exames preventivos todo ano, mas quais são os mais importantes? O calor do Ceará pode influenciar nos cuidados com a saúde? Francisco Alima, Fortaleza Na verdade isso depende da idade da mulher, né mas se a gente comentar aqui dos exames mais importantes para uma mulher adulta é Papa Nicolau, anualmente mamografia, se ela já tiver idade, acima de 40 anos já começa a fazer mamografia se não, ultrassom das mamas ultrassom de pelve, ultrassom de abdômen deve ser realizado além de todas as dosagens que a gente conseguir fazer pelos exames de sangue, para saber como está a saúde como um todo A vida aqui em São Paulo é muito corrida e estressante, o estresse pode afetar o ciclo menstrual ou causar problemas hormonais na mulher? Ana Lúcia de São Paulo Sim, pode alterar o ciclo menstrual, né já conversou sobre isso, altera mesmo a mente cuida do corpo então se a mente não tiver boa, o corpo também não vai estar bom e vice-versa O estresse aparece de novo, né? É Doutora Juliana, aqui no Norte a gente ouve falar muito sobre infecções por causa do clima quente e úmido quais os cuidados que a gente deve ter com a saúde íntima para evitar isso? Marina Alva Santos, Belém Principalmente nessa região do Norte é interessante usar roupas leves, né para evitar esse para evitar essa umidade o suor na região mais íntima Então roupas leves calcinha com forrinho de algodão ter mais higiene nessa fase ou vai no banheiro, dá uma lavadinha sempre, uma secadinha é importante Ah, e importante, se tiver com a roupa úmida, seja a roupa do dia-a-dia ou roupa de academia, sempre trocar Ah, que é da praia que o pessoal fala o dia inteiro ali com a Agora o último, doutora, a menopausa pode piorar o cansaço? Aqui em Goiás eu trabalho na roça e ultimamente só o trabalho pesado me deixa muito cansada Sebastiana Rocha, de Goiânia Sim, pode, pode sim Acabou Eu ia colocar de volta ali no nosso telão, mas tudo bem, né É o último, é que para finalizar fica mais bonito, né o assunto do dia Mas tudo bem, vai voltar aqui rapidinho Pronto, voltou, apareceu Agora eu vou pedir para, se vocês ficaram com alguma dúvida, como a gente comentou desses assuntos que a gente trouxe que a gente deu um panorama sobre a saúde da mulher vocês podem comentar aqui nos próprios comentários do nosso vídeo ou também nas redes sociais da doutora Juliana Doutora, passa suas redes pro pessoal Instagram doutora Juliana Mato e inscreva-se aqui no nosso canal. Exatamente, ajuda muito no engajamento e destacando o nosso patrocínio aqui, que vai para o laboratório Origem, especializado em saúde intestinal, que é onde tudo começa.
O foco do Origem é qualidade de vida e prevenção Obrigada pela sua participação aqui conosco e a gente conta também com a sua participação no próximo episódio Doutora, muito obrigada pela sua participação Obrigada e até a próxima Tchau, até mais
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